O Coletivo Fulor de Mulungu surgiu em meio à pandemia de Covid-19. Uma flor que insistiu em florescer diante do espetáculo caótico da seca — também social e político –. Compartilhamos ideias, abrimos caminhos reflexivos, fizemos amigos. Fulor de Mulungu começou sob o pretexto de reunirmos um pequeno e potente coletivo enlaçado por afetos. Uma verdadeira amálgama de reflexões e angústias a respeito da realidade distópica que o mundo passou a se encontrar desde o final de 2019. Nossas vagens tornam-se espaços criativos, oficinas onde testamos, experimentamos, emendamos ideias, inventamos textos, mas acima de tudo, estabelecemos diálogos entre diferentes áreas e saberes. Montamos galhos, firmamos bugigangas, estabelecemos um mundo colorido que encontrou nos tons avermelhados mulunguianos seu lugar.